terça-feira, 25 de junho de 2013

Família, Escola e Aprendizagem

As primeiras experiências educacionais da criança, no sentido de dirigi-la e orientá-la, são proporcionadas pela família, resumindo-se num treino que, algumas vezes, é realizado num nível consciente, e na maior parte delas, acontece sem que os pais tenham consciência de que estão influenciando o comportamento dos filhos. Esse tipo de aprendizagem e ensino em diferentes níveis de consciência dá-se durante todo tempo, dentro ou fora da escola. Os pais e os professores estão sempre ensinando simultaneamente em diferentes níveis de consciência, e as crianças estão sempre aprendendo em diferentes níveis. As coisas ensinadas ou aprendidas conscientemente podem ou não ser importantes ou podem ou não se fixar. O que é ensinado e aprendido inconscientemente tem mais probabilidade de permanecer. Henry Clay Lidgren, em seu livro Psicologia na sala de aula - O aluno e o processo de aprendizagem, afirma que um estudante pode esquecer muitas das noções que aprendeu com alguns professores, mas certamente se lembra dos tipos de pessoa que estes educadores eram e as atitudes que tinham em relação a ele. Na família ocorre o mesmo. A criança retém definitivamente os sentimentos que seus pais tem em relação a ela e à vida em geral. Sentimentos estes que serão base para o conceito que ela formará de si própria e do mundo. Se ela é desprezada, aprende a desprezar-se mas se for amada e aceita, desenvolverá atitudes positivas para a formação de seu autoconceito. Dizem que a experiência é o maior dos mestres. Isto significa que os acontecimentos vividos pelo indivíduo em desenvolvimento, em sua casa, em seu meio geográfico, na escola, e em seus vários ambientes sociais, determinarão o que ele vai aprender e também em grande parte, a espécie de pessoa que se tornará. Cabe ao professor estar atento às etapas do desenvolvimento do aluno, colocando-se na posição de facilitador da aprendizagem e baseando seu trabalho no respeito mútuo, na confiança e no afeto. Ele deverá estabelecer com seus alunos uma relação de ajuda atento para as atitudes de quem ajuda e para a percepção de quem é ajudado. O professor deve conhecer o processo de aprendizagem e ver os educandos como seres humanos em desenvolvimento, informando-se sempre de como eles são fora da escola, como são suas famílias, respeitando sua dignidade, tratando-os com compreensão e ajudando-os construtivamente. Assim, desenvolverá no educando a capacidade de procurar dentro de si mesmo, as respostas para seus problemas, tornando-o responsável e agente de seu próprio processo de aprendizagem. Os métodos pedagógicos e a personalidade dos professores, com suas características pessoais, são apontados, entre outros, como responsáveis por dificuldades de aprendizagem, segundo pesquisas realizadas no sentido de se questionar a escola. Assim, a responsabilidade dessas dificuldades recai sobre a escola, que deveria transformar-se, aceitando as características lingüísticas e culturais das crianças de camadas mais populares, favorecendo a aquisição do saber dos valores, linguagem e comportamento das classes mais abastadas, sem abandonarem suas identidades e heranças culturais. Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/396561-fam%C3%ADlia-escola-aprendizagem/#ixzz2XEj7wAlc

sexta-feira, 12 de outubro de 2012


FUTSAL
As origens do Futsal estão intimamente ligadas às origens do futebol convencional. No início do século, começavam a aparecer as primeiras equipes do novo esporte, o quase recém-nascido futebol.
Com o passar do tempo, os praticantes dessa modalidade começaram a enfrentar dificuldades para encontrar campos de futebol onde pudessem se divertir em suas horas de lazer. Assim, começaram a improvisar “peladas” nas quadras de basquete e de hóquei, aproveitando as traves usadas na prática deste último esporte.
No início, as equipes tinham um número variado de atletas, até que foi fixado o limite de cinco jogadores. Como as bolas convencionais saltavam muito e saíam frequentemente das quadra, foi criada uma bola específica, com tamanho diminuído e peso aumentado.
Na década de 50 surgiram as primeiras federações estaduais no Brasil, e o primeiro campeonato de seleções foi disputado em 1959, em São Paulo. Hoje o futsal é uma modalidade esportiva que cada vez mais vem aprimorando sua técnica e adquirindo adeptos.

A QUADRA
Consiste num retângulo medindo entre 40 metros de comprimento por 20 metros de largura. Possui uma linha central que divide estre retângulo em duas partes iguais, além de um círculo em seu centro, com 6 metros de diâmetro. Cada lado da quadra possui ainda uma área, representada por um quase semi-círculo, medindo 6 metros de raio, e no ponto central da linha de área, uma marca de onde são realizadas as cobranças de pênalti.

FUNDAMENTOS
Os fundamentos são movimentos voluntários automatizados e característicos. Constituem o conteúdo principal de qualquer atividade esportiva.
No Futsal, os fundamentos são:
  • O PASSE
  • O DOMÍNIO DE BOLA (seja ele o DOMÍNIO DE RECEPÇÃO ou DE CONDUÇÃO)
  • O CABELUDO
  • e o CHUTE A GOL

O PASSE
O passe é a base de todo jogo coletivo. No Futsal ele deve ser realizado principalmente com a parte interna medial do pé.

DOMÍNIO DE RECEPÇÃO
Este é um dos fundamentos que caracterizam os grandes jogadores uma vez que o bom domínio da bola favorece o equilíbrio da equipe.

DOMÍNIO DE CONDUÇÃO
O domínio de conduta caracteriza-se pela proximidade existente entre o condutor e a bola, evitando a antecipação do jogador adversário e facilitando as tomadas de decisão.

CABECEIO
Nesta iniciação ao cabeceio, podemos colocar os alunos sentados e com o tronco erguido. A postura correta é o quadril encaixado e a coluna sendo mantida ereta, de forma a poder realizar o movimento do princípio, apenas com a cabeça, e assim se iniciar no movimento do cabeceio.

CHUTE AO GOL

Os chutes devem ser treinados tanto com pé direito e como com o pé esquerdo, para que durante uma eventual partida o atleta possa estar realizando o chute com ambos os pés sem dificuldade.

Professora: Josélia

sexta-feira, 18 de maio de 2012

O açúcar pode torná-lo menos inteligente?
Pesquisa sugere que o consumo excessivo de frutose pode afetar o raciocínio e a memória. O remédio ainda pode ser o bom e velho ômega-3.
Sem meias palavras: o excesso de açúcar pode torná-lo estúpido. Uma pesquisa recente sugere que o consumo descuidado de frutose pode afetar tanto o raciocínio quanto a memória evocativa — a sua capacidade de “lembrar-se das coisas”. A conclusão segue um estudo conduzido em laboratório, no qual compararam-se o xarope de milho — seis vezes mais “doce” que o açúcar de cana” — ao ácidos graxos ômega-3, conhecidos por auxiliar na memória e no aprendizado. O experimento tomou dois grupos de ratos: um deles alimentado com uma dieta de açucares, o outro de forma saudável. Durante o estudo, recentemente publicado no Journal of Physiology, os pesquisadores da Universidade da Califórnia fizeram com que ambos os grupos tivessem que atravessar um labirinto provido de marcas, para que pudessem apreender o caminho. Seis semanas depois, após a aplicação das dietas, os ratos foram novamente submetidos ao labirinto, a fim de testar as suas habilidades de rememorar o percurso correto. Conforme afirmou o coautor do projeto, Fernando Gomez-Pinilla, ao site Dailymail, o grupo de ratos alimentado apenas com açúcar foi consideravelmente mais lento, apresentando óbvio declínio cerebral. Segundo ele, “uma dieta rica em frutose altera, ao longo do tempo, as habilidades do seu cérebro de aprender e rememorar informações”. A boa notícia? Nozes e peixes (como o salmão) podem evitar a estupidez coletiva. “Adicionar os ácidos graxos ômega-3 às suas refeições podem minimizar os danos”, disse Gomez-Pinilla, ressaltando que a conclusão não vale para a frutose naturalmente encontrada nas frutas, as quais contêm “valiosos antioxidantes”.

Fonte: Dailymail

segunda-feira, 19 de março de 2012

Porque você deve largar o costume de beber refrigerante.




(Fonte da imagem: Divulgação/PepsiCo)

O refrigerante pode ser tão viciante para algumas pessoas, que até mesmo o simples som da latinha sendo aberta já é o suficiente para que a boca se encha de água. Mas infelizmente o que a bebida faz no seu organismo não é nada parecido com o sabor apresentado. Confira agora quais são as principais razões para que você deva parar de tomar – ou pelo menos diminuir o consumo – de refrigerantes. Acredite: sua saúde agradece.

1. Quanto açúcar, quanta gordura

O que mais existe em um copo de refrigerante é açúcar. O maior problema disso é que esse tipo de substância faz com o que corpo entenda que está sendo nutrido (o que não acontece de verdade) e libere enzimas que podem catalisar a energia proveniente do “alimento”. Como não há nada de nutritivo, o açúcar é armazenado como gordura e o organismo ainda perde vitaminas e minerais.

2. Diet é uma mentira

Você pode até acreditar que os refrigerantes dietéticos foram feitos para quem quer emagrecer, mas a ciência diz que o que acontece é exatamente o oposto. Conforme mostrado nesta notícia do Tecmundo, os refrigerantes “Zero” e Light possuem substâncias que imitam o açúcar, fazendo com que o organismo compreenda que a glicose está sendo absorvida.


O problema é que, como isso não acontece realmente, o corpo humano faz com que o consumo de açúcar seja compensado em seguida, o que pode causar uma ingestão exagerada de açúcar, uma vez que a necessidade precisa ser suprida rapidamente.

3. A toxicidade das latinhas

Latinhas de refrigerante não são completamente isoladas do líquido. Por serem revestidas com uma resina chamada bisfenol (a mesma substância que contaminou boa parte do dinheiro brasileiro), as peças metálicas podem aplicar um efeito diretamente em disfunções hormonais que influenciam desde a obesidade até a ocorrência de câncer.

4. Cafeína demais, pressão demais

Você sabe quais são os tipos de refrigerantes mais consumidos no Brasil? São os que possuem base em cola ou guaraná. Isso significa que o consumo de cafeína (algo em que ambos são muito ricos) é enorme por todos aqueles que bebem refrigerantes. Pela substância ser responsável por dilatações dos vasos sanguíneos, excitação e liberação de adrenalina, o aumento da pressão arterial está intrinsicamente ligado ao consumo de refrigerantes.

5. Muita química para o corpo humano

O que existe de natural nos refrigerantes é uma parte ínfima em comparação com as quantidades de xarope, aromatizantes, acidulantes, açúcares, corantes e adoçantes existentes nos líquidos. Em suma, eles são compostos por muita química – que pode ser utilizada até mesmo para dissolver um rato e ossos –, o que pode causar vários danos à saúde.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/20785-5-motivos-para-largar-o-refrigerante.htm#ixzz1pZmLONB0

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Matemágica: truques para fazer contas de cabeça Que tal aprender métodos alternativos para resolver contas de maneira rápida e prática? É fácil e dispensa o uso de papel, lápis e borracha.

Responsável por notas vermelhas, provas de recuperação e até reprovações, a matemática costuma ser uma das disciplinas mais temidas pelos estudantes brasileiros. É claro que, muitas vezes, a parcela maior de culpa é do próprio aluno, que acaba não se dedicando o suficiente para aprender a matéria. Mas há também outro culpado que não pode ser deixado de lado: o método de ensino, que normalmente é rígido demais.
Por isso, nada mais importante do que aprender outras maneiras de abordar determinadas operações matemáticas. Entretanto, lembre-se que os métodos deste artigo não substituem a fórmula ensinada em sala de aula devem ser encarados como apenas mais um ponto de vista para a solução de um problema.
Sendo assim, não pegue papel nem caneta: está na hora de praticarmos alguns truques matemágicos de cabeça!

Multiplicação por 11 na velocidade da luz

Multiplicar qualquer número por 10 é muito fácil. Basta adicionar um zero no fim do multiplicando e tudo está resolvido. Mas quando o multiplicador vale 11, a situação fica mais complicada. Entretanto, há uma maneira muito prática e que permite resolver essa operação em questão de segundos.
Digamos, por exemplo, que você queira multiplicar 32 por 11. Para fazer a conta de cabeça, basta somar 3 + 2 e inserir o resultado entre os dois dígitos, como se estivesse fazendo um sanduíche com os números. Por exemplo:
32 x 11 = 352 (pois 3 + 2 = 5)
Ou então:
53 x 11 = 583
61 x 11 = 671
45 x 11 = 495
E assim por diante.
Mas há um caso em que a regra não funciona: quando a soma dos dígitos resulta em um novo número com dois algarismos. No caso de 89 x 11, por exemplo, o resultado 8179 estaria claramente errado. Sendo assim, existe outra regrinha para resolver a situação:
89 x 11 = 979
Percebeu o que foi feito? Simplesmente somamos os dois primeiros dígitos do resultado errado: (8+1)79. Dessa forma:
38 x 11 = ficaria 3118,  mas com a nova regra, (3+1)18 = 418
76 x 11 = 7136 = (7+1)36 = 836
94 x 11 = 9134 = (9+1)34 = 1034
E no caso de o multiplicando ser formado por três algarismos? Como resolveríamos, por exemplo, a operação 132 x 11? Simples: somamos o dígito do meio, separadamente, com os seus adjacentes e, depois, posicionamos o resultado entre o primeiro e terceiro números do multiplicando, suprimindo o algarismo do meio:
132 x 11 = (1+3) e (3+2) = 45. Posicionando entre os algarismos das pontas, o resultado se torna 1452.

Multiplicação entre números de dois dígitos

Para os casos em que o multiplicador não se limita a 11, existe um truque matemático mais abrangente e que pode ser aplicado a qualquer multiplicação composta por termos de dois dígitos. O método é conhecido como criss-cross e pode ser dominado com pouco esforço.
Digamos que você queira multiplicar 21 por 13. Para começar, arme a operação do modo clássico, como aprendemos na escola. Assim fica mais fácil prosseguir:
    21
X  13
--------
Primeiro, multiplique os dígitos da segunda coluna, na vertical: 1 x 3. Escreva o produto na última posição do resultado final. Depois, é hora de aplicar o método criss-cross, que consiste em multiplicar os dígitos de maneira cruzada e somar os resultados. No exemplo acima, seria (2 x 3) + (1 x 1) = 6 + 1 = 7. Para concluir, basta multiplicar os números da primeira coluna (2 x 1) e adicionar o produto ao resultado final: 273.
Fácil, não? Mas note que, nesse exemplo, todas as pequenas operações tiveram como resultado números de apenas um dígito. Por isso, também é importante saber como proceder quando as contas fogem a essa regra.
Tome como exemplo a conta 16 x 12. Para começar, ao multiplicarmos os dígitos da segunda coluna, teremos como resultado o número 12, e não podemos simplesmente repeti-lo, como fizemos no exemplo anterior. Mas o procedimento continua simples. Repita o segundo dígito no resultado final (2) e guarde o primeiro (1) em uma “gavetinha” especial da sua memória. Nossa conta fica desta forma:
    1¹6
x    12
--------
     **2
Depois, ao executar o criss-cross, lembre-se de somar o número memorizado com o resultado dessa etapa: (1 x 2) + (6 x 1) + 1 = 9. Multiplique, a seguir, os primeiros algarismos da primeira coluna e obtenha o resultado final: 192.
Mas o que acontece se, durante o criss-cross, também obtermos um número com dois algarismos? Nesse caso, basta repetir a dica de guardar o dígito das dezenas na “gavetinha” da sua cabeça. Depois, ao multiplicar os números da primeira coluna, some o algarismo que foi guardado.

Lidando com dinheiro

Digamos que você foi ao mercado, à farmácia e, por último, à banca de revistas. Nas três compras, os seguintes trocos foram entregues: R$ 1,68, R$ 2,67 e R$ 3,42. Você é capaz de dizer, rapidamente, quanto sobrou no total? Pois saiba que há um método muito prático para isso.
Aprendemos na escola que, ao somar, devemos começar a operação pela direita, ou seja, pelas unidades. Mas aqui, desobedeceremos a regra e começaremos pelo lado oposto. Antes, uma explicação muito simples: 168 nada mais é do que 100 + 60 + 8. Pensando assim fica mais tranquilo continuar com a soma. Veja só:
   168 (que é 100 + 60 +8)
+ 267 (equivalente a 200 + 60 + 7)
+ 342 (o mesmo que 300 + 40 + 2)
Da esquerda para a direita, somamos as centenas:
100 + 200 + 300 = 600
Depois, passamos para as dezenas:
600 + 60 = 660; 660 + 60 = 720; 720 + 40 = 760
Por fim, adicionamos as unidades:
760 + 8 = 768; 768 + 7 = 775; 775 + 2 = 777, nosso resultado final.
Depois, basta colocar a vírgula na segunda casa decimal e acrescentar o símbolo da nossa moeda no início da operação: R$ 7,77. Esse foi o total de trocos coletados durante as compras.

Subtração com números de dois algarismos

A dica acima também pode ajudar nos momentos em que você precisa diminuir um número do outro. Para isso, basta nos lembrarmos de que um número pode sempre ser quebrado em centenas + dezenas + unidades e iniciarmos nossa subtração também pela esquerda. Digamos, por exemplo, que gostaríamos de diminuir 25 de 86:
86 - 25 (que é 20 + 5)
Se transforma em:
86 -25        =          66 – 5          =          61
             (diminui 20)          (diminui 5)
Da mesma forma, 85 - 29 (que equivale 20 + 9) pode ser resolvido da seguinte forma:
85 – 29        =        65 – 9        =         56
           (diminui 20)          (diminui 9)
Ou, se preferir, também é possível arredondar 29 para 30, como no exemplo abaixo. Depois, é só somar a diferença (1):
85 – 29         =          55 + 1        =         56
             (diminui 30)

Os poderes da matemágica

Pense em um número. Sim, vale qualquer número, mas um que esteja entre 0 e 99 deve tornar a tarefa mais fácil para você. Pronto? Agora, realize os seguintes passos:
  • multiplique-o por 2;
  • some 12;
  • divida o total por 2; e
  • diminua, do número original, aquele que você pensou no início.
O resultado foi 6, não foi? Mas calma: o Tecmundo ainda não colocou as mãos em equipamentos de teclepatia. Aqui vai o segredo: seguindo os passos descritos acima, o resultado será, invariavelmente, 6. E o segredo por detrás dessa matemágica está na álgebra.
Para comprovar, podemos descrever o truque em forma de equações. Para isso, usaremos a letra x como variável que representa o número imaginado por alguém. Os passos poderiam, então, ser descritos da seguinte forma:
  • multiplique o número por 2: 2x;
  • adicione 12 ao total: 2x + 12;
  • divida tudo por 2: (2x + 12) / 2 = x+6; e
  • diminua o número original do resultado: x + 6 – x = 6.
Apesar de todas as operações realizadas, apenas uma importa realmente para o resultado final: número imaginado + 6 – número imaginado. As contas de multiplicação, adição e divisão calculadas no início são apenas uma forma de complicar a conta final e distrair o voluntário para o truque.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/matematica/19406-matemagica-truques-para-fazer-contas-de-cabeca.htm#ixzz1mIVHKpQ8